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As coisas simples da vida: Banca de frutas

Vocês gostam de frutas? Eu adoro. Não somente para o preparo de sucos e outras receitas, mas também para degustar em sua forma natural, do jeito que “caiu do pé”. Nesse caso, eu também curto muito o processo da compra. Não no supermercado, mas nas feiras livres.

Culpada Confesso - Banca de Frutas 01

Sim, porque eu já tenho dificuldade para escolhê-las no ponto certo e no supermercado é ainda mais complicado identificar os cheiros de cada uma. E nas feiras, ou mesmo nas pequenas bancas de bairro, o aroma convida a aproximação, né? Além disso, gosto da organização dos cestos e recipientes utilizados como apoio para exposição… Porque são muitos formatos, texturas e cores. A organização ressalta a beleza do produto, mas também deve facilitar o manuseio pelos clientes e o acesso do vendedor. Ou seja, é uma arte que já tem até nome: vitrinismo. Claro que, em Salvador, ainda não temos a estrutura e know-how do mercadão paulistano, mas temos belas apresentações. Essas fotos, por exemplo, Mateus fez numa banca perto do Shopping Itaigara.

Outra coisa legal é observar aquela fruta que a gente não conhece e, às vezes, experimentar. Confesso que, diversas vezes, me impressiono com tantas opções disponíveis no Brasil, pois, nesta nossa terra, “em se plantando, tudo dá” com excelente qualidade.

Culpada Confesso - Banca de Frutas 02

E, ao conhecê-las, surgem as primeiras dúvidas. Como comer? Tem semente ou caroço? Precisa descascar? Fiquei pensando em dividir essas experimentações com vocês. Pura opinião, gosto pessoal, mas, a gente pode aprender junto.

Ah! Eu tô falando de frutas, mas tem um tantão de coisas mais nas feiras, eu sei. E sobram especificidades para cada lugar em Salvador. A nova Ceasinha do Rio Vermelho, a Feira de São Joaquim, a feira das Sete Portas, entre outras. Quem sabe nos próximos capítulos?

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