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Cabana A Praia Branca: Um paraíso e um aprendizado

Hospedados em Arraial d’Ajuda, alugamos um carro para ir, com tranquilidade, a lugares mais distantes. A primeira parada foi em Coroa Vermelha e o monumento que marca o ponto de desembarque da expedição portuguesa. Com algumas peças de artesanato na sacola, precisávamos almoçar e a Marisa já tinha sugerido o nosso destino: Cabana A Praia Branca.

Culpada Confesso - Cabana A Praia Branca - Banner

Pra encontrar a cabana, basta prestar atenção na estrada para Coroa Vermelha. A placa fica do lado da orla e sinaliza a entrada discreta, com estacionamento. Lá dentro, uma simpática cabana de madeira.

Culpada Confesso - Cabana A Praia Branca - Restaurante

Essa é uma área mais formal, digamos assim, com estrutura regular de restaurante. Bonito, sim, mas a gente queria ficar na praia mesmo.

Culpada Confesso - Cabana A Praia Branca - Mesas internas

Principalmente porque… é uma senhora praia, meus amigos! Coqueiros, sombra, colchões e espreguiçadeiras bem em frente ao mar azul de Porto Seguro.

Culpada Confesso - Cabana A Praia Branca - Cabana

Estendi a canga, pus os pés pra cima e pedi um suco de tangerina. Fico sempre feliz quando tem suco da fruta, feito na hora, com opções além dos comuns laranja e limão.

Culpada Confesso - Cabana A Praia Branca - Suco de tangerina

A partir daí, foi um olhada no cardápio e outra na praia, bonita como ela só. Confira, na foto, a extensão de areia até a próxima barraca lá longe e entenda o clima reservado e tranquilo do lugar. Se eu fosse escolher uma palavra pra definir tudo isso, minha opção seria pelo termo “paraíso”.

Culpada Confesso - Cabana A Praia Branca - Cadeiras e Faixa de Areia

Escolhemos, para entrada, a casquinha de siri. Bem servida, recheada, temperada e com bastante leite de coco, ainda acompanhava uma bela farofa de dendê. Aumentamos, assim, a expectativa sobre o prato principal.

Culpada Confesso - Cabana A Praia Branca - Casquinha de Siri e Farofa

Acho que, praxe, nesses lugares é pedir uma moqueca mas entendam: somos baianos, soteropolitanos, acostumados a apreciar essa culinária em casa. Com a recomendação do garçom, que informou a origem italiana do cozinheiro, pedimos um risotto e – atenção agora – aqui foi o momento do aprendizado. O cardápio dizia “camarão 7 barbas” e, só quando o prato chegou à mesa, descobri que as sete barbas significam o pequeníssimo tamanho do camarão. Se você já pescou, pense naquele camarãozinho utilizado como isca e terá a real dimensão do marisco. O termo “arrasada” me definiu naquele momento. A porção, mensurada para uma pessoa, também era pequena, arroz passado do ponto e o tempero… ficou faltando.

Culpada Confesso - Cabana A Praia Branca - Risoto 7 Barbas

No restante da viagem descobri que, em diversos lugares de Porto Seguro, são oferecidos os “sete barbas” como um camarão de tamanho regular. E aí, fiquei preocupada com a imagem que passamos aos turistas do sul e centro-oeste que visitam a região frequentemente. A eles, eu gostaria de dizer: se quiser comer um bom camarão, pergunte sempre sobre o tamanho. A conta (suco + casquinha de siri + risotto para 1 pessoa) ficou por, aproximadamente, R$ 85,00.

Cabana A Praia Branca
Av. Beira Mar, Km 75 – Praia do Mutá – Porto Seguro/BA
Telefone: (73) 9111-6988
www.facebook.com/cabanapraiabranca

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