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Bienal e Restauro: um passeio com arte e gastronomia

Olá pessoas!
Continuo minha viagem por São Paulo, o tour cultural e gastronômico. Dessa vez o nosso destino foi o Parque do Ibirapuera, maior parque urbano da cidade de São Paulo, que também abriga inúmeros espaços culturais que tornam o local um dos espaços agradáveis da cidade.

Para conhecer todos os espaços tem que ter tempo e disposição, visto que o parque possui 158 hectares, sendo considerado um pulmão verde no meio da cidade. A minha primeira parada foi o museu Afro Brasil, que destaca a perspectiva africana na formação do patrimônio, identidade e cultura brasileira. Amei o museu e ver a Bahia tão bem representada com obras de Rubens Valentin, a Irmandade da Boa Morte, dentre outras coisas às quais não vou contar aqui por que a ideia é que cada um tire suas próprias impressões.

Ainda falando de arte, para aqueles que vão a São Paulo ainda esse ano, a sugestão é visitar a Bienal de São Paulo, uma das mais importantes do mundo, que acontece de 10 de setembro a 12 de dezembro de 2016 no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, um edifício projetado por Oscar Niemeyer, que por si só já é uma obra de arte.

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Voltando à gastronomia…

Como a programação envolvia a visita a vários museus, resolvemos almoçar em um restaurante no parque para não nos desviarmos do local e perder tempo com deslocamento. A sugestão de uma amiga foi almoçar no Restauro, obra de arte e restaurante instalado no mezanino da Bienal. O projeto Restauro (2016) de Jorge Menna Barreto levanta questões acerca dos hábitos alimentares e seu impacto no meio ambiente. O menu elaborado através da parceria entre a chef e nutricionista Neka Menna Barreto (apresentadora do “Fome de Quê” do Discovery mulher) e a  Escola Como Como de Ecogastronomia, oferece comida vegetariana para os funcionários e visitantes pelo preço de R$ R$ 12,00 à 15,00. A variação no preço é referente a uma colaboração, pois eles dizem que se você quiser colaborar com o projeto, pode pagar os R$ 15,00.  Ocorre que, na real, eles te cobram 15 sem perguntar…

O menu

A cada dia um novo prato é ofertado, então só vou poder falar do menu do dia, que é apresentado em uma das paredes do local.

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Não vou mentir que toda vez que penso em comida vegetariana a boca não saliva. Sou carnívora por natureza. Rs Penso logo em comida sem graça, mas tenho que admitir que eles sempre me surpreendem e dessa vez não foi diferente.

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Os pedidos são trazidos numa caixinha de madeira e o papel pode ser usado como descanso de prato.

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Tudo estava delicioso e minha única queixa é com relação à quantidade que é pouca e não mata a fome. Essa também foi a queixa de uma monitora da Bienal que almoça lá todos os dias. Se não complementar com algum Salgado (também natural), o almoço não tapa o buraco do estômago.

Como acompanhamento eu pedi um smoothie de banana e açaí que também estava bom. Valor final: R$ 25,00.

Pois é, depois da Casa do Porco, uma refeição mais leve para balancear. Rs

Em breve mais informações paulistanas!

Restauro – 32ª Bienal de São Paulo – ‘Incerteza viva’
De 7 de setembro a 11 de dezembro de 2016
Pavilhão Ciccillo Matarazzo – Parque Ibirapuera (Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n – Vila Mariana – Entrada pelo portão 3)
São Paulo – SP

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